Eu pensava na semelhança na situação com a de Sisyphus, um personagem de lenda grega, quem foi condenado para empurrar um enorme recife ao cume de montanha. Exatamente antes de chegar ao cume, o recife deslisou e rolou de novo para o fundo.
Contráriamente de Sisyphus, ela teria uma outra forma de luta. Ela curvou-se e escolhia/tirava coisas da mala apressadamente para um minuto, até tornar-se um pouco auto-consciente (provalmente por causa de eu estar observando atentamente) e levantou os olhos para mim, assim como um tatu assustado. Ela me disse, sem rodeios, que tendo uma mala com travesseiros de tantos formatos de nenhuma forma é estranha.
Depois de falar sobre o conforto de viagens aéreas, a estória começou a ser mais interessante. Não sou loquaz, mas apprendi a razão por que estava-se mudando para Monaco, um país de lingua estranha e onde não conhecia ninguem. Nunca ouvi uma estória tão incrivel...
(Para continuar...)
(Corrigido em 16/11/07)

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