Tuesday, November 13, 2007

Um balde de tinta

Um dia, sentado numa calçada com meu pai na cidade de Cagnes-sur-Mer, na frança, um trabalhador passou ao nosso lado. Ele estava carregando um balde enorme, aparentemente cheio de tinta. Meu pai começou a rir. Em reposto ao meu olhar de perplexidade, ele contou-me uma estória.
Quando morávamos em Florida, minha mãe tinha um balde semelhante. Esse balde foi enchido de tinta, para pintar o quarto da máquina de lavar roupa. Ela deixou o balde no local todo o dia e finalmente, quando ela passou pelo quarto, de repente, *plop* o balde engoliu seu pé, até o joelho!! Naquele momento tembém caiu, espalhando tinta beige por todo o chão! Rapidamente, ela pegou sua roupa e jogou na máquina de lavar. Infelizmente, seu telefone celular não gostou muito disso...
É ótimo ter a mãe como comediante, se ela não for como Chris Farley...

Voando para Nice, 1º parte

Em meu vôo para Nice, fiquei conhecendo uma moça afável de 24 anos, da cidade de Salt Lake, chamada Aleeza. Tinha estatura média e aparência bem-linda, com cabelo louro, amarrado atras em um rabo de cavalo, e um sorriso agradável. Quando assentei-me do lado dela, ela estava batendo sua mala, que era do tamanho de uma ovelha pequena, com os pés, para forçá-la debaixo do assento oposto. Não coube. Parecendo ter perdido a primeira tentativa, e deu um suspiro de frustração. Aí, ela deu-me as boas vindas brevementes, antes de recomeçar sua tarefa enorme.

Eu pensava na semelhança na situação com a de Sisyphus, um personagem de lenda grega, quem foi condenado para empurrar um enorme recife ao cume de montanha. Exatamente antes de chegar ao cume, o recife deslisou e rolou de novo para o fundo.


Contráriamente de Sisyphus, ela teria uma outra forma de luta. Ela curvou-se e escolhia/tirava coisas da mala apressadamente para um minuto, até tornar-se um pouco auto-consciente (provalmente por causa de eu estar observando atentamente) e levantou os olhos para mim, assim como um tatu assustado. Ela me disse, sem rodeios, que tendo uma mala com travesseiros de tantos formatos de nenhuma forma é estranha.

Depois de falar sobre o conforto de viagens aéreas, a estória começou a ser mais interessante. Não sou loquaz, mas apprendi a razão por que estava-se mudando para Monaco, um país de lingua estranha e onde não conhecia ninguem. Nunca ouvi uma estória tão incrivel...

(Para continuar...)

(Corrigido em 16/11/07)

Oi galera!

Finalmente estou começando um blogue só escrito em português! Quero melhorar minhas habilidades literárias e aprender português em preparação para morar lá no Brasil em sete meses.

Eu dei a este blogue o nome de "Joga sempre" porque "Jogador" é o meu nome de capoeira, também é uma boa expressão paraa a vida. Por favor corrige meus escritos se você ver algo errado!